sábado, 30 de julho de 2011

Pegando fogo? Chame o BOMBEIRO!

Ae galera, lembram em 2003 quando a Luma de Oliveira, estava com aquele magnifico bombeiro, como seu bichinho de estimação? Pois bem, graças a nossa parceira de sacanagem, Felina, temos sua mangueira para apagar qualquer fogo!














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quarta-feira, 27 de julho de 2011

Sexo em familia!!

Bom este relato sexual veridico, não é meu, mas ele é DEMAIS.
Como em todas as famílias, existem sempre pessoas com quem nos damos melhor com uns que com outros. Neste caso, até à alguns anos atrás eu nem sabia que este meu primo existia. Foi com cerca de 15 anos, que fui num sábado ao casamento do meu primo, no dia seguinte, como hábito para arrebatar com a comida toda, domingo foi dia de almoçarada na casa do noivo, enquanto este já estava no bem bom com a mulher!
Depois desse dia, ganhei um primo. Apesar dos bens materiais em excesso que tem e dos luxos que esta habituado, cada dia que passou desde então mostrou-se uma pessoa com carácter, humilde, sincero e acima de tudo, Amigo!
Por outro lado a mulher, era cada vez mais arrogante, altruísta, e pensava que herdaria todos os bens matérias e que isso lhe dava o direito de ser estúpida com as pessoas que a rodeavam, incluindo a própria família, a minha família.
Com o passar do tempo, nasceu uma filha desse casamento, e cada vez mais tinha mais confiança com o meu primo que pude, felizmente conhecer melhor.
Depois de tudo o que acontecera no casamento dele, desde traições por parte da mulher e afins, ele continuava a gostar dela. Vamos ser sinceros, ela era uma mulher com tudo no sítio, beleza corporal, na cama devia sem duvida satisfazer em tudo o meu primo, e depois…fazia inveja a qualquer um, chegar a um lugar acompanhado com uma mulher daquelas…
Mas como tudo o que é bom, acaba depressa, o casamento foi-se deteriorando e acabou por terminar.
Depois disso, o meu primo voltou a sentir-se um adolescente, as conversas começaram a descambar quando estávamos a sós. Ouvia-lhe coisas como nunca o tinha ouvido dizer, dizia-me coisas que nunca esperei ouvir. Ou melhor eu desejava ouvir, ver, fazer….
Coisas como “estou à rasca para mandar uma…”, “tenho os tomates a rebentar de esporra…”, “aí se eu apanho um buraquinho onde meter isto, desgraço-o todo…”
E depois havias outras, como estar na sala agarrados à XBOX e o primo ficar com tusa, daquelas que não dá para esconder… e ainda por cima não disfarça nada e se ri com a situação…. Ou contar que na noite anterior bateu uma punheta tão forte que ainda está com dores na pele da pila de tanto que puxou por aquilo.
E assim as coisas foram indo durante uns tempos….até ao dia em que no café apareceram umas amigas dele, mais novas… e que pareciam estar com o cio. Claro que mesmo com a vontade o meu primo não lhes deu nada. Sussurrou-me ao ouvido, que quanto mais elas esperarem melhor lhes vai saber….
Uma das amigas dele, nessa noite não parava de dar em cima de mim, e assim a coisa foi continuando.
Nessa noite, no meio da euforia hormonal, e da rega de álcool, combinamos ir ao Boom Festival que se realiza na região. O meu primo ficou de organizar tudo, bilhetes, tenda…. Estava mesmo a ver-se no que ia dar….
As meninas ficaram histéricas e ansiosas….
Já no festival, a Melissa não me largava, acho que nunca senti o meu corpo ser apalpado em publico tanta vez e sem que ninguém à volta ficasse escandalizado por tamanho assédio do que naquela tarde. Com a musica, com o álcool, com as coisas que circulavam no ar…. Acabamos os quatro na tenda enroscados…. Cada um par por si…. Claro que houve sexo…
Confesso que no inicio foi constrangedor… estar ali, mesmo ao lado do meu primo, nu pela primeira vez ao lado dele, e ainda por cima com o objectivo de satisfazer a miúda…. Vendo-o também a ter sexo…..
As miúdas decidiram trabalhar aos pares, recordo-me de estar semi-deitado lado-a-lado do meu primo enquanto elas nos faziam uma oral. 
Algumas coisas não faziam sentido para mim, o meu primo parecia estar extremamente àvontade com a situação, e estava com uma atitude que eu não conhecia, desrespeitava as mulheres de uma forma despresivel. “Sua puta…chupa… vais levar com ele e já vais ver o que é bom…. A seguir levas com o meu primo e ainda comes leitinho na cara….puta, também não é preciso puxar tanto…” entre outras….
O meu primo foi o primeiro a vir-se…. Enquanto se recomponha…. Olhava para mim enquanto eu entalava o dito cujo na cona da menina. “É isso mesmo priminho…. Enterra-o lá toda… ela que saiba o que é bom…..”, nisto e com o meu primo ainda a dar-me umas pancadinhas no peito…. Deixei-me vir e a brincadeira acabou minutos mais tarde…. Ficamos deitados e as miúdas saíram da tenda, para se irem refrescar um pouco….
Agora estava eu ali, suado, esporrado…. Enquanto o meu primo, estava deitado e puxava de um cigarro.
Deitei-me…. E puxei de uma cerveja que estava na geleira, ofereci uma ao meu primo e bebemos. Confesso que naquele momento não estava mais preocupado com o facto de eu ter comido uma miúda na mesma tenda e ao mesmo tempo ao lado do meu primo. Aquele momento era nosso, único, um momento intimo entre dois primos.
O álcool já falava por si….
E enquanto o fumo do tabaco se concentrava no interior da tenda fechada, bebíamos cerveja e partilhávamos os cigarros, que ele acendia e eu acabava de fumar. As miúdas não chegavam, e nós também não arrancamos dali, nem estávamos sequer preocupados em limpar e vestir.
O meu primo, num acto de elogio dá-me duas pancadinhas na barriga, “hã.. isto é que foi o festival… eheh”, e ficou com os dedos sujos de alguma da minha esporra. Torci o nariz e refutei “epá, agora ficas-te sujo, quem te manda vires mexer sem pedir autorização…”
-“…deixa lá, é da família, não te preocupes. É sumo de tomate natural”, e no momento, meteu na boca e degustou. Confesso que nesse momento achei nojento, alias acho esse acto nojento e desnecessário, e fiquei com cara de estupefacto a olhar para o meu primo. Ele olhou para mim, levou a mesma mão à perna dele, onde se amontoava um lago de gosma bem mais espessa que a minha, passou um dedo e levou até à minha boca. Se não fosse o álcool, certamente aquilo nunca teria acontecido. Ele introduziu o dedo na minha boca, rodou um pouco para que a esporra ficasse no meu lábio. Depois olhou para mim, com um sorriso malandro, fechei os olhos e tentei não pensar que tinha a esporra dele nos meus lábios. Quando abri os olhos, o meu primo preparava-se para me dar um beijo e lamber a esporra dele que ainda permanecia já fria, no meu lábio. Algo ali estava errado, nunca pensei aquilo estar a acontecer com o meu primo, depois de termos comido as miúdas. Ele sempre foi hetero aos meus olhos. 
Eu tremia, estava nervoso, muito nervoso, o meu primo olhava apenas para mim, enquanto me passava a mão pelo corpo. Eu tentava saborear o momento, com pequenos gemidos quando sentia a mão dele passar pela minha virilha quase tocando os meus tomates. Já sem controlo e com a certeza que não havia volta a traz, saltei para cima dele, e beijamo-nos profundamente…
Deslizei-me e deitei-me em cima dele, comecei a sentir o pau dele a crescer de novo e o meu já ganhava também novamente vida. Momentos depois naturalmente já agarrávamos no pau um do outro e masturbávamos, com a naturalidade que há momentos tinhas vivido com as miúdas. Depois de alguns rebolanços no meio da apertada tenda, o meu primo agarrou o meu pau e puxou-me o prepúcio bem para traz e apertou. Apertou tanto que estava a começar a doer, olhou para mim e chupou-me, deixou o meu pau cheio de saliva, eu gemia os meus músculos tremiam de prazer…
A mão dele no meu peito fez pressão e eu deitei para traz, enquanto uma maravilhosa e molhada oral me era feita, sentia a saliva a deslizar pelos tomates.
Deitado no chão da tenda, eu sentia-me no céu, sentia a boca do meu primo a engolir a minha pila, a saliva escorregava pelos tomates, as suas mão não paravam quietas e apalpavam-me as bolas, puxavam brutamente a pele do pau.
Senti que a sensação acabara, tinha o meu primo, de joelhos ao meu lado, com uma mão agarra a base do pénis e expunha glamurosamente a sua cabecinha vermelha, e com a outra mão segurava a minha cabeça. Olhei para cima e disse com algum carinho na voz “mama-o”.
Aproximei lentamente a boca, respirava fortemente para que o meu primo me sentisse aproximar, abri ligeiramente a boca e coloquei apenas a língua para um pequeno degusto. Afastei a boca e olhei para cima, o meu primo olhava-me com um olhar de ansiedade, “vá lá, sem medo”. Voltei a insistir, aproximei a boca, desta vez o meu primo ajudou com a mão na cabeça e engoli a apenas a cabeça, molhei-a com a saliva e brinquei com a língua. Nesse momento já o meu primo gemia, e ofegava a respiração forte. E assim foi continuando a brincadeira, com o meu primo sempre a comandar… naqueles momentos se não soubesse que tinha sido casado, e acabasse de o ver comer uma miúda, pensaria que toda a vida ele tinha passado a fazer aquilo.
Entre revoltas e revira voltas, entre gemidos, beijos, oral, chegamos ao ponto em que ele perdera o controlo e me queria penetrar. Masturbava-se fortemente, abraçava-me, beijava-me com força, agarrou-me, sentou-me em cima dele, com a mão pelas minhas costas, tentou encontrar o pau dele e encaminha-lo na direcção do meu cú. 
Quando percebi ao que se preparava a fazer, recalcitrei, das todas as vezes que já tinha experimentado a ser passivo, não tinha gostava, disso a minha mente naquele instante ainda se lembrava, mas o primo, num ponto sem retorno, disse-me ao ouvido “isto é para os dois, não chegamos aqui para abandonar o barco.”
“não sei o que se costuma dizer nesta situações, mas acho que “prometo que não vai doer”, é capaz de ser o mais indicado”
Ri. Era o único que podia fazer…… e mal dei por ela já ele tinha encontrado o buraco e insistia em entrar à força….estava completamente seco, ele levou a mão algumas vezes à boca, escarrava e tentava lubrificar para facilitar a invasão alheia…
Sentimos ambos a cabeça a deslizar para dentro, eu gemia com dor, ele gemia de prazer….”pronto a cabeça já entrou, agora é só pescoço”, naquele momento apetecia-me bater-lhe…. Eu estava ali com o pau meio enterrado no cu e ele ainda dizia piadas de mau gosto.  “Estamos sem preservativo”, disse eu! “Descansa que não vais engravidar”, foi a resposta que obtive…. 
Obviamente extremamente excitado, abraçava-me com força, sentia os músculos dele a movimentarem-se sem coordenação, não tardou muito, revirou o olhos, gemia mais alto, e tirou finalmente a pila do meu cú, colocou junto da minha e deixou-se vir. Espessa e em quantidade relativamente grande….ficamos agarrados enquanto sentíamos aquela gosma entre os nosso corpos…. Ele ofegava, e descontrolava-se muscularmente. Não o tinha visto ter aquele excesso minutos antes com a miúda.
Agora era a minha vez…. Aproveitando que ainda estava meio em transe com a esporradela, avisei que era a vez dele…. Pedi para se colocar de 4…. Respondeu-me “vai com calma campeão…” escarrei para o pau, retirei alguma esporra dele, que grudava na minha barriga e passei pelo rabo peludo dele…..puxei todo o meu prepúcio para traz, e apontei a arma à mira…
Comecei a forçar a entrada…. Assim que a cabeça entrou, deslizou mais um pouco até meio, ele soltou um berro…”fodassssssssssssss….”
Momentos mais tarde, foi a minha vez…senti-me vir….. tirei o pau ele virou-se de barriga para cima, começou a punhetar…. E eu vi-me em cima dele….. algumas gotas foram para perto da boca dele, incrivelmente ele estava com tusa e veio-se…. Desta vez em menos quantidade e com mais custo….
Ficamos ali abraçados um pouco, o corpo precisava de descanso…

A tenda tinha um cheiro de sexo e suor, o festival lá fora continuava, as miúdas não apareceram, e nós gozamos o momento.
Depois disto, limpamo-nos, vestimos os calções e a t-shirt, fomos até à zona da água, mergulhamos, e seguimos enfrente…. Curtimos o festival…
Sobre o que aconteceu nessa noite, não voltamos a falar, continuamos a sair algumas vezes, pelos bares da cidade, as miúdas laçaram o boato da foda que tiveram com os primos, e pelos vistos, fome o meu primo não tem passado, pelo que a mãe dele conta, aparece em casa com miúdas diferentes regularmente.

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